Menino era torturado por tios (pais adotivos).
Depois de seis meses presa no Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande, a aposentada de 56 anos suspeita de participar de sessões de tortura do neto, durante rituais de magia negra, saiu de cadeia e deve voltar para Aquidauana, onde reside. A mulher deixou a prisão na manhã desta segunda-feira, acompanhada do advogado Marcos Ivan Silva.

Ivan disse que havia entrado com pedido de habeas corpus no dia 29 de junho, procedimento julgado com decisão favorável da 7ª Vara Criminal da Capital. Por esta razão, a aposentada foi beneficiada com liberdade provisória. Segundo Ivan, ela atendia aos requisitos da justiça como residência fixa e ser ré primária, além de não haver provas concretas de seus envolvimento.

A mulher havia sido presa pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), sob suspeita de participar juntamente com a filha, o genro e o neto de sessões de tortura contra o neto menor, de apenas quatro anos. Tudo acontecia na casa da família, na Capital. A criança era torturada com objetivo de conseguir prosperidade pra a família. A mulher foi solta, mas os demais continuam presos.

Fonte: Da Redação


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