Pescado apreendido pela PMA em Aparecida do Taboado
A Polícia Militar Ambiental intensificou ainda mais a “operação piracema”, desenvolvendo desde o dia 11 às 12h00, com encerramento hoje (16) às 8h00, a “Operação República”, contando com 340 homens.
 
O foco principal da operação foi a prevenção à pesca predatória e ao tráfico de papagaios. Os trabalhos foram intensificados, em razão do feriado prolongado do dia da Proclamação da República (15), no intuito principal de evitar que pessoas que iriam passar o feriado em propriedades de lazer às margens dos rios praticassem a pesca neste período proibido.
 
Os comandantes das 25 subunidades empregaram todo o efetivo no trabalho de fiscalização em suas respectivas áreas de atuação, também em trabalhos de prevenção e repressão a todos os crimes contra a flora e a fauna, em especial, o tráfico de animais silvestres, em virtude do período crítico relativo ao tráfico de papagaios, que se estende até o fim do período reprodutivo da espécie, em dezembro.
 
Os Policiais que estão nos oito postos avançados (fixos), montados durante a piracema nas cachoeiras e corredeiras dos rios mais piscosos, mantêm vigilância nos rios, monitorando os cardumes. Equipes da sede (Campo Grande) trabalharam itinerantes e parte do efetivo também reforçou as Subunidades com vocação pesqueira e mais afetadas pelo tráfico de papagaio.
 
Durante a Operação República deste ano e a passada, ocorrida em 2013, os pescadores respeitaram o período de piracema. Nesta houve apenas quatro pescadores presos e um pescador preso na operação passada. Houve outras cinco autuações por outras infrações ambientais e foram aplicadas multas que chegaram ao valor R$ 96.076. Na operação anterior foram cinco autuações com multas de R$ 30.000.
 
Com relação aos petrechos de pesca ilegais, foram ainda retiradas seis redes de pesca, 114 anzóis de galho e dois espinhéis dos rios, que são petrechos com grande poder de captura e depredação de cardumes. Esse é um dos motivos de se manter fiscalização intensificada durante toda a piracema, pois as pessoas armam esses petrechos ilegais e rapidamente saem dos rios e voltam somente para conferir, dificultando as prisões.
 
Outros motivos são: primeiro, a manutenção dos policiais vistos para a prevenção à pesca nesse período e efetuar as prisões sem que os elementos tenham capturado grandes quantidades de pescado. Como nesta operação República, em que foram apenas 4 kg de pescado apreendidos, apesar de quatro pessoas presas.

Fonte: Da Redação - Com informações assessoria


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