Familiares de Eduardo Antônio Cubilha de Souza (39 anos), desaparecido desde o dia 08 de Setembro da Região Pantaneira de Aquidauana, sentem os impactos que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (SIGO) causa ao Estado.
 
Desde que o SIGO, onde são feitos todos os trâmites relacionados a segurança pública do Estado deixou de operar, policiais não conseguem fazer registros de ocorrências e a situação atrapalha as investigações. 
 
No caso em questão, familiares da vitima acionaram o Corpo de Bombeiros que se deslocaram de Campo Grande entre os dias 12 e 13 de Setembro, e fizeram buscas na Fazenda Mimoso local onde o mesmo trabalhava e que desapareceu. 
 
Ao procurar acesso às informações pelo Registro da Ocorrência, uma vez que esta é realizada através do SIGO, familiares do pantaneiro se depararam com a crise burocrática de renovação de contrato com empresa desenvolvedora do sistema que interliga todos os órgãos de Segurança Pública, desde Policia Militar, Policia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito até Agencia Penitenciaria, Defesa Civil, Guarda Municipal e SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
 

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