Preparados desde os primeiros meses de vida, os cães da Polícia Militar de Aquidauana desempenham papel fundamental na manutenção da ordem e segurança. Poucas pessoas conhecem de perto o trabalho destes animais junto à equipe das Rondas Ostensivas Táticas do Interior (Rotai). Para quem não sabe, as habilidades deles vão desde o farejo de drogas, até ao companheirismo e carinho transmitidos às pessoas durante sessões de terapia (cinoterapia).
 
Segundo Douglas Santos, cabo da Rotai e um dos responsáveis pelo canil da PM no município, os cães são tratados como "gente". Recebem todo carinho e atenção necessários para a manutenção de uma boa qualidade de vida que, consequentemente, resulta em eficiência. "Eles têm ração adequada para suprir suas necessidades e completo  acompanhamento veterinário com vacinas e outros cuidados", disse o policial. 
 
Ao todo são cinco animais. O labrador Urso e o golden retriever Hunter são especialistas em farejar. Baruc e Bradoc, ambos da raça rottweiler, foram treinados para auxiliar a segurança em eventos e em operações em presídios, até mesmo pelo porte avantajado. Já a labradora Bordo é responsável por atender o projeto "Pelo Amigo", que, por meio de sessões terapêuticas, aproxima o animal de pessoas que passam por tratamento de grave doença ou que são deficientes.
 
Ainda de acordo com o cabo Santos, cada cão é treinado, desde pequeno, especificamente pelos sete policiais da Rotai capacitados. Eles conseguem manter, em média, uma vida operacional de aproximadamente sete anos. Após esse período, são aposentados para que possam desfrutar de lazer em ambientes mais tranquilos. 
 
"O policial que trabalhou com o animal tem preferência para adotá-lo de imediato após aposentadoria. Se ele não quiser, colegas pode ficar com o cão ou então pode ser adotado pela comunidade, desde que haja garantia que ele seguirá tendo os mesmo bons cuidados", completou o policial. 

Fonte: Da Redação


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